segunda-feira, 1 de setembro de 2008


NÓS FAZEMOS NOSSAS ESCOLHAS TODOS OS DIAS...
http://www.youtube.com/watch?v=qshgBxqEAgoTODA AÇÃO VEM DE UMA CAUSA.ESTIVE PENSANDO,..QUE SEU EU SOUBE CAUSAR, LOGO PODERÁ ACONTECER, DE BOM OU NÃO.ASSIM ME VEJO COMO SOU UMA APRENDIZ, ACEITO MEUS LIMITES E NADA ME IMPEDE QUE ACEITE OS LIMITES DOS QUE ME CERCAM.SOU UMA ALUNA DE NÍVEL MÉDIO NA VIDA, POR QUE JÁ OUVI MUITO, QUE SOU INGENUA, QUE NÃO SOU POLÍTICA, MAS ESTOU EVOLUINDO, COMEÇO A PERCEBER QUE A CADA DIA, PODEREI SER UMA CRIATURA MELHOR, QUANDO...ME RECONHEÇO COMO APRENDIZ, QUANDO ENTENDO QUE ERRO, QUE SOU FALHA, QUANDO QUERO QUE ME PERDOEM...QUANDO QUERO QUE ME PERDOEM, INCRIVEL, FOI EXATAMENTE NOS MOMENTOS DE QUERER O PERDÃO QUE APRENDI A PERDOAR, PQ SOU FALHA, PQ TENHO DEFEITOS MORAIS, PQ TB MAGOOU, FOI EXATAMENTE NESSE EMPACE, QUE APRENDI, QUE POSSO SER FLEXIVEL, POSSO DELETAR O MAL QUE FOI FEITO E SEGUIR, ESQUECER IMPOSSÍVEL,POR QUE TENHO MEMÓRIA, MAS POSSO PARAR DE VALORIZAR, EU POSSO PERDOAR.EU SOU COMO SOU, MAS POSSO TORNAR-ME UMA CRIATURA MELHOR, TUDO ESTÁ SE MODIFICANDO A CADA INSTANTE A MINHA VOLTA, O TEMPO TODO.O TEMPO REAL É O AGORA.VIVO A REALIDADE QUE APRENDI ATÉ HJ, APRENDI QUE NÃO PRECISO ME ILUDIR PARA SER FELIZ, MAS VIVER REALMENTE PARA SER FELIZ, AS VEZES QUE CRIEI ILUSÕES, FIQUEI CEGA E SOFRI DECEPÇÕES QUE JAMAIS PODERÍAM TER EXISTIDO, POR QUE EU AS CRIEI.PORTANTO ESCOLHO AMAR, ESCOLHO SER FELIZ, VIVER O HOJE COMO SE FOSSE O ÚLTIMO DIA...DESEJO QUE SUAS ESCOLHAS LHE TRAGAM ALEGRIAS E AMOR.DESEJO QUE SEU FINAL DE SEMANA SEJA RELJETO DE BOAS VIBRAÇÕESUM BEIJO NO SEU CORAÇÃO, COM AROMA DE MEL E ROSAS BRANCASSOL NAMASTÊ

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O Empurrão autor desconhecido


O empurrão
A águia empurrou gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho.Seu coração se acelerou com emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que sentiu a resistência dos filhotes a seus insistentes cutucões. Por que a emoção de voar tem que começar com o medo de cair? - Pensou ela.O ninho estava colocado bem no alto de um pico rochoso. Abaixo, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes. E se justamente agora isto não funcionar?Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão estava prestes a se completar, restava ainda uma tarefa final o empurrão.A águia encheu-se de coragem. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas não haverá propósito para a sua vida.Enquanto eles não aprenderem a voar não compreenderão o privilégio que é nascer águia. O empurrão era o melhor presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor.Então, um a um, ela os precipitou para o abismo. E eles voaram!Às vezes, nas nossas vidas, as circunstâncias fazem o papel de águia. São elas que nos empurram para o abismo. E quem sabe não são elas, as próprias circunstâncias, que nos fazem descobrir que temos asas para voar.

O significado do sofrimento, Blog Espirita na net

Significado do sofrimento na vida
Para melhor expressar-se, o amor irrompe de formas diferentes, convidando à reflexão em torno dos valores existenciais. Muito do significado que se caracteriza pelo poder — mecanismo dominante da realização do ego — desaparece, quando o amor não está presente, preenchendo o vazio existencial. Essa ânsia de acumular, de dominar, que atormenta enquanto compraz, torna-se uma projeção da insegurança íntima do ser que se mascara de força, escondendo a fragilidade pessoal, em mecanismos escapistas injustificáveis que mais postergam e dificultam a auto-realização.
A perda da tradição é como um puxar do tapete no qual se apoiam os pés de barro do indivíduo que se acreditava como o rei da criação e, subitamente se encontra destituído da força de dominação, ante o desaparecimento de alguns instintos básicos, que vêm sendo substituídos pela razão. O discernimento que conquista é portador de mais vigor do que a brutalidade dos automatismos instintivos, mas somente, a pouco e pouco, é que o inconsciente assimilará essa realidade, que partirá da consciência para os mais recônditos refolhos da psique.
Nesta transformação — a metamorfose que se opera do rastejar no primarismo para a ascese do raciocínio — o sofrimento se manifesta, oferecendo um novo tipo de significado e de propósito para a vida.
Impossível de ser evitado, torna-se imperioso ser compreendido e aceito, porquanto o seu aguilhão produz efeitos correspondentes à forma porque se deva aceitá-lo.
Quando explode, a rebeldia torna-se uma sensação asselvajada, dilaceradora, que mortifica sem submeter, até o momento em que, racionalmente aceito, faz-se instrumento de purificação, estímulo para o progresso, recurso de transformação interior.
O desabrochar da flor, rompendo o claustro onde se ocultam o perfume, o pólen, a vida, é uma forma de despedaçamento, que ocorre, no entanto, no momento próprio para a harmonia, preservando a estrutura e o conteúdo, a fim de repetir a espécie.
O parto que propicia vida é também doloroso processo que faculta dilaceração.
O sofrimento, portanto, seja ele qual for, demonstra a transitoriedade de tudo e a respectiva fragilidade de todos os seres e de todas as coisas que os cercam, alterando as expressões existenciais, aprimorando-as e ampliando-lhes as resistências, os valores que se consolidam. Na sua primeira faceta demonstra que tudo passa, inclusive, a sua presença dominante, que cede lugar a outras expressões emocionais, nada perdurando indefinidamente. Na outra vertente, a aquisição da resistência somente é possível mediante o choque, a experiência pela ação.
O ser psicológico sabe dessa realidade, O Self identifica-a, porém o ego a escamoteia, fiel ao atavismo ancestral dos seus instintos básicos.
O sofrimento constitui, desse modo, desafio evolutivo que faz parte da vida, assim como a anomalia da ostra produzindo a pérola. Aceitá-lo com resignação dinâmica, através de análise lúcida, e bem direcioná-lo é proporcionar-se um sentido existencial estimulante, responsável por mais crescimento interior e maior valorização lógica de si mesmo, sem narcisismo nem utopias.
Todos os indivíduos, uma ou mais vezes, são convidados ao enfrentamento, em enfermidades graves ou irreversíveis, com dramas familiares inabordáveis, com situações pessoais quase insuportáveis, defrontando o sofrimento.
A reação irracional contra a ocorrência piora, alucina ou entorpece os centros da razão, enquanto que a compreensão natural, a aceitação tranquila, propiciam a oportunidade de conseguir o valor supremo de oferecer-se para a conquista do sentimento mais profundo da existência.
A morte, a enfermidade, os desastres econômicos, os dramas morais, os insucessos afetuosos, a solidão e tantas outras ocorrências perturbadoras, porque inevitáveis, produzindo sofrimento, devem ser recebidas com disposição ativa de experienciá-las. Para alguns desses acontecimentos palavra alguma pode diluir-lhe os efeitos. Somente a interação moral, a confiança em Deus e em si mesmo para a convivência feliz com os seus resultados.
Esta disposição nasce da maturidade psicológica, do equilíbrio entre compreender, aceitar e vivenciar. Aqueles que não os suportam, entregando-se a lamentações e silícios íntimos, permanecem em estado de infância psicológica, sentindo a falta da mãe superprotetora que os aliviava de tudo, que tudo suportava em vãs tentativas de impedir-lhes a experiência de desenvolvimento evolutivo.
A aceitação, porém, do sofrimento como significado existencial e propósito de vida, não se torna uma cruz masoquista, mas se transforma em asas de libertação do cárcere material para a conquista da plenitude do ser.
Do livro “Amor, Imbatível Amor”
Pelo Espírito 'Joanna de Ângelis'
Psicografia Divaldo Pereira Franco

Filhos adotivos

Filhos Adotivos
Filhos existem no mundo que reclamam compreensão mais profunda para que a existência se lhes torne psicologicamente menos difícil.
Reportamo-nos aos filhos adotivos que abordam o lar pelas vias da provação, sem deixarem de ser criaturas que amamos enternecidamente.
Coloquemos-nos na situação deles para mais claro entendimento do assunto.
Muitos de nós, nas estâncias do pretérito, teremos pisoteado os corações afetuosos que nos acolheram em casa, seja escravizando-os aos nossos caprichos ou apunhalando-lhes a alma a golpes de ingratidão. Desacreditando-lhes os esforços e dilapidando-lhes as energias, quase sempre lhes impusemos aflição por reconforto, a exigir-lhes sacrifícios até que lhes ofertamos a morte em sofrimento pelo berço que nos deram em flores de esperança.
Um dia, no entanto, desembarcados no Mais Além, percebemos a extensão de nossos erros e, de consciência desperta, lastimamos as próprias faltas.
Corre o tempo e, quando aqueles mesmos espíritos queridos que nos serviram de pais retornam à Terra em alegre comunhão afetiva, ansiamos retomar-lhes o calor da ternura mas, nesse passo da experiência, os princípios da reencarnação, em muitas circunstâncias, tão somente nos permitem desfrutar-lhes a convivência na posição de filhos alheios, a fim de aprendermos a entesourar o amor verdadeiro nos alicerces da humildade.
Reflitamos nisso. E se tens na Terra filhos por adoção, habitua-te a dialogar com eles, tão cedo quando possível, para que se desenvolvam no plano físico sob o conhecimento da verdade. Auxilia-os a reconhecer desde cedo, que são agora seus filhos do coração, buscando reajustamento afetivo no lar, a fim de que não sejam traumatizados na idade adulta por revelações à base de violência, em que frequentemente se lhes acordam no ser as labaredas da afeição possessiva de outras épocas, em forma de ciúme e revolta, inveja e desesperação.
Efetivamente, amas aos filhos adotivos com a mesma abnegação com que te empenhas a construir a felicidade dos rebentos do próprio sangue. Entretanto, não lhes ocultes a realidade da própria situação para que não te oponhas à Lei de Causa e Efeito que os trouxe de novo ao teu convívio, a fim de olvidarem os desequilíbrios passionais que lhes marcaram a conduta em outro tempo.
Para isso, recorda que, em última instância, seja qual seja a nossa posição nas equipes familiares da Terra, somos, acima de tudo, filhos de Deus.
Pelo Espírito Emmanuel (Do livro “Astronautas do Além”, de Francisco Cândido Xavier e J. Herculano Pires - Espíritos diversos)

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O estranho mundo dos suicidas

O Estranho Mundo dos Suicidas
Frederico Francisco
Freqüentemente somos procurados por iniciantes do Espiritismo, para explicações sobre este ou aquele ponto da Doutrina. Tantas são as perguntas, e tão variadas, que nos chegam, até mesmo através de cartas, que chegamos à conclusão de que a dúvida e a desorientação que lavram entre os aprendizes da Terceira Revelação partem do fato de eles ainda não terem percebido que, para nos apossarmos dos seus legítimos ensinamentos, havemos de estabelecer um estudo metódico, parcelado, partindo da base da Doutrina, ou exposição das leis, e não do coroamento, exatamente como o aluno de uma escola iniciará o curso da primeira série e não da quarta ou da quinta.
Desconhecendo a longa série dos clássicos que expuseram as leis transcendentes em que se firmam os valores da mesma Doutrina, não somente nos veremos contornados pela confusão, impossibilitados de um sadio discernimento sobre o assunto, como também o sofisma, tão perigoso em assuntos de Espiritismo, virá em nosso encalço, pois não saberemos raciocinar devidamente, uma vez que só a exposição das leis da Doutrina nos habilitará ao verdadeiro raciocínio.
Procuraremos responder a uma dessas perguntas, de vez que nos chegou através de uma carta, pergunta que nos afligiu profundamente, visto que fere assunto melindroso, dos mais graves que a Doutrina Espírita costuma examinar. A dita pergunta veio acompanhada de interpretações sofismadas, próprias daquele que ainda não se deu ao trabalho de investigar o assunto para deduzir com a segurança da lógica. Pergunta o missivista:
- Um suicida por motivos nobres sofre os mesmos tormentos que os demais suicidas? Não haverá para ele uma misericórdia especial?
E então respondemos:
- De tudo quanto, até hoje, temos estudado, aprendido e observado em torno do suicídio à luz da Doutrina Espírita, nada, absolutamente, nos tem conferido o direito de crer que existam motivos nobres para justificar o suicídio perante as leis de Deus. O que sabemos é que o suicídio é infração às leis de Deus, considerada das mais graves que o ser humano poderia praticar ante o seu Criador. Os próprios Espíritos de suicidas são unânimes em declarar a intensidade dos sofrimentos que experimentam, a amargura da situação em que se agitam, conseqüentes do seu impensado ato. Muitos deles, como o grande escritor Camilo Castelo Branco, que advertiu os homens em termos veementes, em memorável comunicação concedida ao antigo médium Fernando de Lacerda, afirmam que a fome, a desilusão, a pobreza, a desonra, a doença, a cegueira, qualquer situação, por mais angustiosa que seja,, sobre a Terra, ainda seria excelente condição "comparada ao que de melhor se possa atingir pelos desvios do suicídio".
Durante nosso longo tirocínio mediúnico, temos tratado com numerosos Espíritos de suicidas, e todos eles se revelam e se confessam superlativamente desgraçados no Além-Túmulo, lamentando o momento em que sucumbiram. Certamente que não haverá regra geral para a situação dos suicidas. A situação de um desencarnado, como também de um suicida, dependerá até mesmo do gênero de vida que ele levou na Terra, do seu caráter pessoal, das ações praticadas antes de morrer.
Num suicídio violento como, por exemplo, os ocasionados sob as rodas de um trem de ferro, ou outro qualquer veículo, por uma queda de grande altura, pelo fogo, etc., necessariamente haverá traumatismo perispiritual e mental muito mais intenso e doloroso que nos demais. Mas a terrível situação de todos eles se estenderá por uma rede de complexos desorientadores, implicando novas reencarnações que poderão produzir até mesmo enfermidades insolúveis, como a paralisia e a epilepsia, descontroles do sistema nervoso, retardamento mental, etc. Um tiro no ouvido, por exemplo, segundo informações dos próprios Espíritos de suicidas, em alguns casos poderá arrastar à surdez em encarnação posterior; no coração, arrastará a enfermidades indefiníveis no próprio órgão, conseqÜência essa que infelicitará toda uma existência, atormentando-a por indisposições e desequilíbrios insolúveis.
Entretanto, tais conseqüências não decorrerão como castigo enviado por Deus ao infrator, mas como efeito natural de uma causa desarmonizada com as leis da vida e da morte, lei da Criação, portanto. E todo esse acervo de males será da inteira responsabilidade do próprio suicida. Não era esse o seu destino, previsto pelas leis divinas. Mas ele próprio o fabricou, tal como se apresenta, com a infração àquelas leis. E assim sendo, tratando-se, tais sofrimentos, do efeito natural de uma causa desarmonizada com leis invariáveis, qualquer suicida há de suportar os mesmos efeitos, ao passo que estes seguirão seu próprio curso até que causas reacionárias posteriores os anulem.
No caso proposto pelo nosso missivista, poderemos raciocinar, dentro dos ensinamentos revelados pelos Espíritos, que o suicida poderia ser sincero ao supor que seu suicídio se efetivasse por um motivo nobre. Os duelos também são realizados por motivos que os homens supõem honrosos e nobres, assim como as guerras, e ambos são infrações gravíssimas perante as leis divinas. O que um suicida suporia motivo honroso ou nobre, poderia, em verdade, mais não ser do que falso conceito, sofisma, a que se adaptou, resultado dos preconceitos acatados pelos homens como princípios inabaláveis.
A honra espiritual se estriba em pontos bem diversos, porque nos induzirá, acima de tudo, ao respeito das mesmas leis. Mas, sendo o suicida sincero no julgar que motivos honrosos o impeliram ao fato, certamente haverá atenuantes, mas não justificativa ou isenção de responsabilidades. Se assim não fosse, o raciocínio indica que haveria derrogação das próprias leis de harmonia da Criação, o que não se poderá admitir.
Quanto à misericórdia a que esse infrator teria direito como filho de Deus, não se trataria, certamente, de uma "misericórdia especial". A misericórdia de Deus se estende tanto sobre esse suicida como sobre os demais, sem predileções nem protecionismo. Ela se revela no concurso desvelado dos bons Espíritos, que auxiliarão o soerguimento do culpado para a devida reabilitação, infundindo-lhe ânimo e esperança e cercando-o de toda a caridade possível, inclusive com a prece, exatamente como na Terra agimos com os doentes e sofredores a quem socorremos. Estará também na possibilidade de o suicida se reabilitar para si próprio, através de reencarnações futuras, para as duas sociedades, terrena e invisível; as quais escandalizou com o seu gesto, e para as leis de Deus, sem se perder irremissivelmente na condenação espiritual.
De qualquer forma, com atenuantes ou agravantes, o de que nenhum suicida se isentará é da reparação do ato que praticou com o desrespeito às leis da Criação, e uma nova existência o aguardará, certamente em condições mais precárias do que aquela que destruiu, a si mesmo provando a honra espiritual que infringira.
O suicídio é rodeado de complexos e sutilezas imprevisíveis, contornado por situações e conseqüências delicadíssimas, que variam de grau e intensidade diante das circunstâncias. As leis de Deus são profundas e sábias, requerendo de nós outros o máximo equilíbrio para estudá-las e aprendê-las sem alterá-las com os nossos gostos e paixões.
Assim sendo, que fique bem esclarecido que nenhum motivo neste mundo será bastante honroso para justificar o suicídio diante das leis de Deus. O suicida é que poderá ser sincero ao supor tal coisa, daí advindo então atenuantes a seu favor. O melhor mesmo é seguirmos os conselhos dos próprios suicidas que se comunicam com os médiuns: - Que os homens suportem todos os males que lhes advenham da Terra, que suportem fome, desilusões, desonra, doenças, desgraças sob qualquer aspecto, tudo quanto o mundo apresente como sofrimento e martírio, porque tudo isso ainda será preferível ao que de melhor se possa atingir pelos desvios do suicídio. E eles, os Espíritos dos suicidas, são, realmente, os mais credenciados para tratar do assunto.
Revista Reformador de março de 1964

Jóas devolvidas Sol Namastê


Jóias devolvidas
Narra antiga lenda árabe, que um rabi, religioso dedicado, vivia muito feliz com sua família. Esposa admirável e dois filhos queridos.Certa vez, por imperativos da religião, o rabi empreendeu longa viagem ausentando-se do lar por vários dias.No período em que estava ausente, um grave acidente provocou a morte dos dois filhos amados.A mãezinha sentiu o coração dilacerado de dor. No entanto, por ser uma mulher forte, sustentada pela fé e pela confiança em Deus, suportou o choque com bravura.Todavia, uma preocupação lhe vinha à mente: como dar ao esposo a triste notícia?Sabendo-o portador de insuficiência cardíaca, temia que não suportasse tamanha comoção.Lembrou-se de fazer uma prece. Rogou a Deus auxílio para resolver a difícil questão.Alguns dias depois, num final de tarde, o rabi retornou ao lar.Abraçou longamente a esposa e perguntou pelos filhos...Ela pediu para que não se preocupasse. Que tomasse o seu banho, e logo depois ela lhe falaria dos moços.Alguns minutos depois estavam ambos sentados à mesa. Ela lhe perguntou sobre a viagem, e logo ele perguntou novamente pelos filhos.A esposa, numa atitude um tanto embaraçada, respondeu ao marido: - Deixe os filhos. Primeiro quero que me ajude a resolver um problema que considero grave.O marido, já um pouco preocupado perguntou: - O que aconteceu? Notei você abatida! Fale! Resolveremos juntos, com a ajuda de Deus.- Enquanto você esteve ausente, um amigo nosso visitou-me e deixou duas jóias de valor incalculável, para que as guardasse. São jóias muito preciosas! Jamais vi algo tão belo!- O problema é esse! Ele vem buscá-las e eu não estou disposta a devolvê-las, pois já me afeiçoei a elas. O que você me diz?- Ora mulher! Não estou entendendo o seu comportamento! Você nunca cultivou vaidades!... Por que isso agora?- É que nunca havia visto jóias assim! São maravilhosas! - Podem até ser, mas não lhe pertencem! Terá que devolvê-las.- Mas eu não consigo aceitar a idéia de perdê-las!E o rabi respondeu com firmeza: - Ninguém perde o que não possui. Retê-las equivaleria a roubo!- Vamos devolvê-las, eu a ajudarei. Faremos isso juntos, hoje mesmo.- Pois bem, meu querido, seja feita a sua vontade. O tesouro será devolvido. Na verdade isso já foi feito. As jóias preciosas eram nossos filhos. Deus os confiou à nossa guarda, e durante a sua viagem veio buscá-los. Eles se foram. O rabi compreendeu a mensagem. Abraçou a esposa, e juntos derramaram grossas lágrimas. Sem revolta nem desespero. Os filhos são jóias preciosas que o Criador nos confia a fim de que as ajudemos a burilar-se. Não percamos a oportunidade de enfeitá-las de virtudes. Assim, quando tivermos que devolvê-las a Deus, que possam estar ainda mais belas e mais valiosas.

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O poço e a pedra Sol Namastê


O poço e a pedra
Um monge peregrino caminhava por uma estrada quando, do meio da relva alta, surgiu um homem jovem de grande estatura e com olhos muito tristes. Assustado com aquele aparecimento inesperado, o monge parou e perguntou se poderia fazer algo por ele. O homem abaixou os olhos e murmurou envergonhado:
- "Sou um criminoso, um ladrão. Perdi o afeto de meus pais e dos meus amigos. Como quem afunda na lama, tenho praticado crime após crime. Tenho medo do futuro e não sinto sossego por nenhum instante. Vejo que o senhor é um monge, livre-me então desse sofrimento, dessa angústia!" - pediu ajoelhando-se.
O monge, que ouvira tudo em silêncio, fitou os olhos daquele homem e alguns instantes depois disse:
- "Estou com muita sede. Há alguma fonte por aqui?" Com expressão de surpresa pela repentina pergunta, o jovem respondeu:"Sim, há um poço logo ali, porém nele não há roldana, nem balde. Tenho aqui, no entanto, uma corda que posso amarrar na sua cintura e descê-lo para dentro do poço. O senhor poderá tomar água até se saciar. Quando estiver satisfeito, avise-me que eu o puxarei para cima."
O monge sorrindo aceitou a idéia e logo em seguida encontrava-se dentro do poço. Pouco depois, veio a voz do monge: "pode puxar!" O homem deu um puxão na corda empregando grande força, mas nada do monge subir. Era estranho, pois parecia que a corda estava mais pesada agora do que no início.Depois de inúteis tentativas para fazer com que o monge subisse, o homem esticou o pescoço pela borda, observou a semi-escuridão do interior do poço para ver o que se passava lá no fundo. Qual não foi sua surpresa ao ver o monge firmemente agarrado a uma grande pedra que havia na lateral. Por um momento ficou mudo de espanto, para logo em seguida gritar zangado:
- "Ei, que é isso? O que faz o senhor aí? Pare já com essa brincadeira boba! Está escurecendo, logo será noite. Vamos, largue essa rocha para que eu possa içá-lo".
De lá de dentro o monge pediu calma ao rapaz, explicando:
- "Você é grande e forte, mas mesmo com toda essa força não consegue me puxar se eu ficar assim agarrado a esta pedra. É exatamente isso que está acontecendo com você. Você se considera um criminoso, um ladrão, uma pessoa que não merece o amor e o afeto de ninguém. Encontra-se firmemente agarrado a essas idéias. Desse jeito, mesmo que eu ou qualquer outra pessoa faça grande esforço para reerguê-lo, não vai adiantar nada". Tudo depende de você. Somente você pode resolver se vai continuar agarrado ou se vai se soltar. Se quer realmente mudar, é necessário que se desprenda dessas idéias negativas que o vêm mantendo no fundo do poço. Desprenda-se e liberte-se".
A escuridão nada mais é do que a falta de luz, assim como o mal é a ausência do bem. Quando pensamentos negativos turvarem nossos pensamentos, ocultando nossos melhores sentimentos, busquemos a luz da verdade e o caminho do bem. Abandonemos as pedras da ignorância e do medo que nos mantêm prisioneiros de nossas próprias imperfeições, nos poços do egoísmo e do orgulho.

A fábula do porco-espinho Sol Namastê


A fábula do porco-espinho
Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente.
Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que forneciam calor. E, por isso, tornaram a se afastar uns dos outros.
Voltaram a morrer congelados e precisaram fazer uma escolha: desapareceriam da face da Terra ou aceitavam os espinhos do semelhante. Com sabedoria, decidiram voltar e ficar juntos. Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E assim sobreviveram.

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Saiba VIVER ! Sol Namastê

Viver é inventar seu dia.É desconhecer a arrogância.Exalar pura energia.Fazer poemas de amor.Devolver sorrisos.Acreditar que o bem vence o mal, sempre.Enfeitar o coração com cores.Conquistar amigos e ser sempre leal e fiel.Transformar dor em alegria.Ser amor de coração.Inspirar justiça.Viver é correr atrás dos sonhos, da inspiração, dos projetos.Buscar entendimento das coisas.Ser sempre da paz.Agradecer as dádivas recebidas.Buscar o que te faz bem e aos outros também.Amar! Pintar o mundo com as cores que te der na telha.Estar sempre jovem.Viver é ser sempre verdadeiro.É constantemente redescobrir as coisas belas da vida lembrando que o sorriso é o idioma universal.Ouvir música que acalme a alma.Desacelerar e aproveitar o tempo, cada pequeno momento de prazer.Lembre-se: o final não existe.Tudo é um eterno recomeço.Viver é simplesmente ver a vida com o coração.
“Torna-te pacificador. Onde te encontres, estimula a paz e vive em paz. Confia na força da não violência e a paz enflorescerá o teu e o coração de quantos se acerquem de ti.”
Joanna de Ângelis / Divaldo Franco

Conhece-te a ti mesmo!

Conhece-te a ti mesmo
"Um guerreiro samurai, conta uma velha história japonesa, certa vez desafiou um mestre Zen a explicar os conceitos de céu e inferno. Mas o monge respondeu-lhe com desprezo:- Não passas de um bruto... não vou desperdiçar meu tempo com gente da tua laia!Atacado na própria honra, o samurai teve um acesso de fúria e, sacando a espada da bainha, berrou:- Eu poderia te matar por tua impertinência.- Isso - respondeu o monge - é o inferno.Espantado por reconhecer como verdadeiro o que o mestre dizia acerca da cólera que o dominava, o samurai acalmou-se, embainhou a espada e fez uma mesura, agradecendo ao monge a revelação.- E isso - disse o monge - é o céu."
A súbita consciência do samurai sobre seu estado de agitação ilustra a crucial diferença entre alguém ser possuído por um sentimento e tomar consciência que está sendo arrebatado por ele. A recomendação de Sócrates - "conhece-te a ti mesmo" - é a pedra de toque da inteligência emocional: a consciência de nossos sentimentos no momento exato em que eles ocorrem.

A historia do Samurai..Sol Namastê

Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo, e aumentar sua fama. Todos os estudantes se manifestaram contra a idéia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados pelo fato de que o mestre aceitar tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram: "Como o senhor pode suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?"
"Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?" - perguntou o Samurai. "A quem tentou entregá-lo" - respondeu um dos discípulos. "O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos" - disse o mestre. "Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo. A sua paz interior, depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, só se você permitir..."

Minha lista de blogs

Correr riscos Sol Namastê

Correr Riscos
É preciso correr riscos. Só entendemos direito o milagre da vida quando deixamos que o inesperado aconteça.Todos os dias, o Criador nos dá - junto com o sol - um momento em que é possível mudar tudo que nos deixa infelizes. Todos os dias procuramos fingir que não percebemos este momento, que ele não existe, que hoje é igual a ontem e será igual a amanhã.Mas, quem presta atenção ao seu dia, descobre o instante mágico. Ele pode estar escondido na hora em que enfiamos a chave na porta pela manhã, no instante de silêncio logo após o jantar, nas mil e uma coisas que nos parecem iguais. Este momento existe - um momento em que toda a força das estrelas passa por nós, e nos permite fazer milagres.A felicidade às vezes é uma bênção - mas geralmente é uma conquista. O instante mágico do dia nos ajuda a mudar, nos faz ir em busca de nossos sonhos.Vamos sofrer, vamos ter momentos difíceis, vamos enfrentar muitas desilusões - mas tudo é passageiro. E, no futuro, podemos olhar para trás com orgulho e fé.Pobre de quem teve medo de correr os riscos. Porque este talvez não se decepcione nunca, nem tenha desilusões, nem sofra como aqueles que têm um sonho a seguir. Mas quando olhar para trás - porque sempre olhamos para trás - vai escutar seu coração dizendo: "O que fizeste com os milagres que Deus semeou por teus dias? O que fizeste com os talentos que teu Mestre te confiou? Enterraste fundo em uma cova, porque tinhas medo de perdê-los. Então, esta é a tua herança: a certeza de que desperdiçaste tua vida".Pobre de quem escuta estas palavras. Porque então acreditará em milagres, mas os instantes mágicos da vida já terão passado.
Texto de Paulo Coelho, do livro "Na margem do Rio Piedra eu sentei e chorei".

Qual é o sentido da vida? José Carlos de Lucca

...Qual é o sentido da vida?
Deixei que a vida que palpita em mim respondesse. Silenciei e ela, no entanto, ao invés de responder, trouxe-me uma pergunta.
Indagou-me se havia alguém no mundo que fosse exatamente como eu.
Depois de alguma hesitação, respondi que não. Foi então que ela me disse que, de fato, não havia ninguém no mundo que fosse como eu, que tivesse a mesma individualidade. Então eu perguntei o que isso significa. E a vida que corre no meu sangue disse-me que o sentido da minha existência era ser exatamente como eu sou< externar a minha individualidade, que é só minha, fazer as coisas do meu jeito, não querer imitar os outros, desenvolver os potenciais que são meus.
Diante da minha perplexidade, a vida convidou-me a olhar um jardim. Pediu-me para dizer o que via e disse-lhe que notava várias flores, varios aromas. Notei que cada flor tinha a sua beleza própria, o seu aroma específico e que a beleza estava no todo, na diversidade de cores e perfumes.
E Novamente a vida me indagou o que seria do jardim se arrancássemos uma das suas flores.
Respondi que o jardim não ficaria tão bonito. Ela então observou que o mundo poderia ser comparado a um imenso jardim, onde cada ser humano era uma de suas flores.
O sentido da nossa vida seria expressar a nossa beleza, o nosso perfume. Fiquei encantado com aquela belíssima comparação e descobri que a minha vida teria sentido quando eu externasse o meu jeito de ser, a minha maneira de ver o mundo, dar o contributo dos meus talentos e ajudar a encantar o jardim de Deus.
A vida lembrou-me que a flor nasce da semente, sofre as intempéries da natureza, mas cresce e cumpre sua finalidade que é embelezar o mundo, encantar os homens, suavizando-lhes as asperezas da existencia. Somos como a flor, nascemos, crescemos e sofremos os revezes da dor, mas devemos saber que o Sol e a chuva são o adubo de Deus pera que a semente cresça forte, brilhe em luz, exalando seu inconfundível perfume.
...mais uma pergunta.
Dentre as flores existe a mais bela?
Disse não, que todas eram maravilhosas. Pois bem, eis aí outra lição: nenhuma flor é mais bonita do que a outra.
Como flor da vida não posso me considerar a mais bela, nem tampouco alguma de qualidade inferior.
Também não sou a única: devo ser apenas eu. Mas sei que sem a minha presença, sem o meu aroma, a vida não será a mesma.
O sentido da vida será encontrar o meu papel no jardim de Deus.
Dr. José Carlos De Lucca

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Software do Amor

SOFTWARE DO AMOR
Cliente: Alô... é do Setor de "Atendimento ao Cliente"???Atendente: Boa tarde Senhora. Em que lhe posso ser útil?Cliente: Comprei o seu programa AMOR, mas até agora não consegui instalar.Eu não sou técnica no assunto, mas acho que possoinstalar com a sua ajuda. O que eu devo fazer primeiro?Atendente: O primeiro passo é abrir o seu CORAÇÃO.A senhora encontrou seu CORAÇÃO?Cliente: Sim, encontrei. Mas há diversos programas funcionando agora.Tem algum problema em instalar o AMOR enquantooutros programas estão funcionando?Atendente: Que programas estão funcionando, senhora?Cliente: Deixe-me ver... Eu tenho BAIXA ESTIMA.EXE,RESSENTIMENTO.COM, ODIO.EXEe RANCOR.EXE funcionando agora.Atendente: Nenhum problema. O AMOR apagaráautomaticamente RANCOR.EXE de seu sistema operacional atual.Pode ficar em sua memória permanente,mas não vai causar problemas por muito tempo para outros programas.O AMOR vai reescrever BAIXA ESTIMA.EXE em uma versão melhor,chamada AUTO ESTIMA.EXE. Entretanto,a senhora tem que desligar completamente oODIO.EXE e RESSENTIMENTO.COM. Esses programasimpedem que o AMOR seja instalado corretamente.A senhora pode desligá-los?Cliente: Eu não sei como desligá-los. Você pode me dizer como?Atendente: Com prazer! Vá ao Menu e clique em PERDAO.EXE.Faça isso quantas vezes forem necessárias, até o ODIO.EXE eRESSENTIMENTO.COM serem apagados completamente.Cliente: Ok! Terminei! O AMOR começou a instalar-se automaticamente.Isso é normal?Atendente: Sim, é normal. A senhora deverá receberuma mensagem dizendo que reinstalará a vida de seu coração.A senhora tem essa mensagem?Cliente: Sim, eu tenho. Está completamente instalado?Atendente: Sim. Mas lembre-se: a senhora só tem oprograma de modelo básico.A senhora precisa começar a se conectar com outrosCORAÇÕES a fim de obter melhoramentos.Cliente: Oh! Meu Deus! Eu já tenho uma mensagemde erro. Que devo fazer?Atendente: O que diz a mensagem?Cliente: Diz: "ERRO 412 - O PROGRAMA NÃO FUNCIONAEM COMPONENTES INTERNOS".O que isso significa?Atendente: Não se preocupe, senhora. Este é um problema comum.Significa que o programa do AMOR está ajustado parafuncionar em CORAÇÕES externos,mas ainda não está funcionando em seu CORAÇÃO.É uma daquelas complicadas coisas de programação,mas em termos não-técnicos, significa que a senhoratem que "AMAR" sua própria máquina antes que possa amar outra.Cliente: Então, o que devo fazer?Atendente: A senhora pode achar o diretório chamado"AUTO ACEITAÇÃO"?Cliente: Sim, encontrei.Atendente: Excelente! A senhora está ficando ótima nisso!Cliente: Obrigada!Atendente: De nada. Faça o seguinte: clique nos arquivos BONDADE.DOC,AUTO ESTIMA.TXT, VALORIZE-SE.TXT, PERDÃO.DOCe copie-os para o diretório "MEU CORAÇÃO".O sistema irá reescrever todos os arquivos em conflito ecomeçará a consertar a programação defeituosa.Também a senhora precisa apagar AUTO CRITICA.EXEde todos os diretórios e depois esvazie a sua lixeira paracertificar-se de que nunca voltem.Cliente: Consegui! Meu CORAÇÃO está cheio de arquivos realmente puros!Eu tenho no meu monitor, agora, o SORRISO.MPG eestá mostrando que PAZ.EXE, CONTENTAMENTO.COM eBONDADE.COM foram instalados automaticamente no meu CORAÇÃO.Atendente: Então, terminamos! O AMOR está instalado e funcionando,Ah! Mais uma coisa antes de eu ir.Cliente: Sim?Atendente: O AMOR é um programa grátis.Faça o possível para distribuir uma cópia de seus váriosmodelos a quem a senhora encontrar e, dessa forma, asenhora receberá de volta dessas pessoas novosmodelos verdadeiramente puros.Cliente: Obrigada pela sua ajuda!

Astronomy Picture of the Day

A vida começa quando nos encontramos!

A vida começa quando nos encontramos!

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Quando estiver em dificuldade... Charles Chaplin

Quando estiver em dificuldade E pensar em desistir, Lembre-se dos obstáculos Que já superou. OLHE PARA TRÁS. Se tropeçar e cair, levante, Não fique prostrado, Esqueça o passado. OLHE PARA FRENTE. Ao sentir-se orgulhoso, Por alguma realização pessoal, Sonde suas motivações. OLHE PARA DENTRO. Antes que o egoísmo o domine, Enquanto seu coração é sensível, Socorra aos que o cercam. OLHE PARA OS LADOS. Na escalada rumo às altas posições No afã de concretizar seus sonhos, Observe se não está pisando EM ALGUEM OLHE PARA BAIXO. Em todos os momentos da vida, Seja qual for sua atividade, Busque a aprovação de Deus! OLHE PARA CIMA. "Nunca se afaste de seus sonhos, pois se eles se forem, você continuara vivendo, mas terá deixado de existir". (Charles Chaplin)

Não espere Emmanuel

Não espere um sorriso para ser gentil;Não espere ser amado para amar;Não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de quem está ao seu lado;Não espere ficar de luto para reconhecer quem hoje é importante em sua vida;Não espere o melhor emprego para começar a trabalhar;Não espere a queda para lembrar-se do conselho;Não espere...Não espere a enfermidade para perceber o quanto é frágil a vida;Não espere pessoas perfeitas para então se apaixonar;Não espere a mágoa para pedir perdão;Não espere a separação para buscar reconciliação;Não espere a dor para acreditar em oração;Não espere elogios para acreditar em si mesmo;Não espere...Não espere que o outro tome a iniciativa se você foi o culpado;Não espere o eu te amo,para dizer eu também;Não espere o dia da sua morte para começar a amar a vida;E então,o que você está esperando?

Depressões Francisco Cândido Xavier

DepressõesAutor: Emmanuel (espírito)Se trazes o espírito agoniado por sensações depressivas, concede ligeira pausa a ti mesmo, no capítulo das próprias aflições, a fim de raciocinar. Se alguém te ofendeu, desculpa. Se feriste alguém, reconsidera a própria atitude . Contratempos do mundo estarão constantemente no mundo, onde estiveres. Parentes difíceis repontam de todo núcleo familiar. Trabalho é a lei do Universo. Disciplina é alicerce da educação. Circunstâncias constrangedoras assemelham-se a nuvens que aparecem no firmamento de qualquer clima. Imcompreensões com relação a caminho e decisões que se adotem são empeços e desafios, na experiência de quantos desejem equilíbrio e trabalho. Agradar a todos, ao mesmo tempo, é realização imposível. Separações e renovações representam imperativos inevitáveis do progresso espiritual. Mudanças equivalem a tratamento da alma, para os ajustes e reajustes necessários à vida. Conflitos íntimos marcam toda criatura que aspire a elevar-se. Fracassos de hoje são lições para os acertos de amanhã. Problemas enxameiam a existência de todos aqueles que não se acomodam com estagnação. Compreendendo a realidade de toda a pessoa que anseie por felicidade e paz, aperfeiçoamento e renovação, toda vez que sugestões de desânimo nos visitem a alma, retifiquemos em nós o que deva ser corrigido e, abraçando o trabalho que a vida nos deu a realizar, prossigamos à frente. Psicografia de Chico Xavier

Prece da Serenidade

Concedei-me Senhor,Serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar,Coragem para mudar as que posso mudar, eSabedoria para discernir entre as duasVivendo um dia de cada vez,apreciando um momento de cada vez,recebendo as dificuldades como um caminho para a paz,aceitando este mundo como ele é,e não como gostaria que ele fosse.Confiando que tudo dará certo,pois assim poderei ser razoavelmente feliz nesta vida,e supremamente feliz na outra.Amém!

Se você puder Dale Carnegie





Se você não puder ser um pinheiro no topo da colina,Seja um arbusto no vale - mas sejaO melhor arbusto à margem do regato:Seja um ramo, se não puder ser uma árvore. Se não puder ser um ramo, seja um pouco de relva,E dê alegria a algum caminho:Se não puder ser almíscar, seja então, apenas uma tília - Porém a tília mais cheia de vida do lago! Não podemos ser todos capitães; temos de ser tripulação.Há alguma coisa para todos nós aqui.Há grandes obras e outras menores a realizar,E é a próxima a tarefa que devemos empreender. Se você não puder ser uma estrada, seja apenas uma senda,Se não puder ser Sol, seja uma estrela;Não é pelo tamanho que terá êxito ou fracasso - Mas seja o melhor, do que quer que você seja!

Aviso do tempo...Livro de respostas Emmanuel Sol Namastê

Aviso do tempo
....dia igual ao de hoje só terás uma vez.
O Tempo endereça as criaturas o seguinte aviso, em cada alvorecer:
- Certamente, Deus te concederá outros dias e outras oportunidades de trabalho, mas faze agora todo o bem que puderes porque dia igual ao de hoje só terás um vez.
Livro de resposta Emmanuel
Sol Namastê

Sentimentos..Hide..Sol Namastê

Você sabe o que é a coisa que mais dá medo e a coisa mais maravilhosa da vida?São os nossos sentimentos.O que dá medo é que é dentro de nós que nascem os sentimentos de raiva,ódio, inveja, tristeza, receio, pobreza, solidão.E com estes sentimentos fechamos nossos corações, onde nao se entra nada,nem mesmo uma luz.Mas, o maravilhoso é que é dentro de nossos corações que nasce osentimento de amor, felicidade, alegria, beleza, ânimo, coragem,honestidade, emoção, riqueza, gratidão, todos estes sentimentos nascem dentro do mesmo coração.Tendo estes sentimentos maravilhosos, podemo viver com liberdade.Ter estes sentimentos não se perde nada, pelo contrário só temos a ganhar e muito.No mundo existem pessoas milionárias mas que são pobres.E existe também a pessoa que é rica mas que não tem dinheiro.Ser uma pessoa rica materialmente ou não, ser uma pessoa livre e ricainternamente, tudo isto nasce dentro do coração.E nos seres humanos o maior tesouro nesta vida é conservar o coração com estes sentimentos maravilhosos!!!Com a oportunidade de ter elo com várias pessoas , com o calor humano, com a alegria e com a dor,notei que sou vivificado e que aprendí com todas estas pessoas.Aprendí a pensar também o porque de eu viver e o seu significado.O ser humano brilha de verdade quando ele pode sorrir de coração, quando ele quer o bem de alguém de verdade e isto aprendí com o sentimento e o sorriso de inúmeras pessoas com quem tive elos.Nao posso mudar as pessoas e nem o passado...Porém posso evoluir o meu interior, assim sendo posso mudar o meu futuro!E para isso quero ter a oportunidade de fazer novas amizades.
Hide... Sol Namastê

Itens da Paz...André Luiz... Sol Namastê

Itens da Paz
Aflição perante desastres iminentes?
Talvez não aconteçam.
Contrariedades e contratempos?
Quase sempre são medidas de Espiritualidade Superior livrando-lhe o coração de males maiores.
Desgotos de longo alcance ?
Oportunidades de revisão de nosso próprio comportamento.
Injúrias e perseguições ?
Os que agravam o próximo são doentes necessitados de internação na clínica do silêncio e da prece.
Preterições ?
Compadeça-te dos que se dispõem a tornar o direito dos outros, porque ignoram os problemas que serão compelidos a enfrentar.
Erros nossos ?
Ensejo bendito de corrigenda em nós por nós mesmos.
Respostas da vida Andre Luiz
Sol Namastê

Reclamações...André Luiz

Reclamações
Aprendamos a evitar reclamações para não agravar dificuldades.
Perante situações em que a corrigenda se faça realmente necessa´ria, entregue as circunstâncias aos responsáveis pela orientação delas, que sabem quando e como intervir.
Se você achou o ponto nevrálgico de alguma crise, terá encontrado o lugar onde o proveito geral lhe pede auxílio.
Procurando retificar algum erro, vale mais o seu conhecimento do bem que o seu conhecimento do mal.
Resguardando a harmonia de todos, imagine-se na condição da pessoa ema que você pretende colocar o seu problema.
Reflita nas atribulações que provavelmente estará atravessando a criatura a quem você deseja apresentar a sua crítica.
A sua reclamação não lhe trará vantagem alguma.
Azedume para com as pessoas das quais você espera cooperação e serviço é o modo mais seguro de prevení-las contra o seu próprio interesse.
Qualquer pessoa, quando cultive a paz, pode retirar-se em paz do lugar, onde se julgue em desarmonia ou desapreço.
Experimente desculpar sempre, porquanto aquilo que nos parece falha nos outros, pode surgir por falha igualmente em nós e em se tratando de desculpar, se hoje podemos dar, chegará sempre para cada um de nós o dia de receber.
Respostas da vida André Luiz
Sol Namastê










Ante os que partiram...Emmanuel...Sol Namastê


ANTE OS QUE PARTIRAM...
Nenhum sofrimento, na Terra, será talvez comparável ao daquele coração que se debruça sobre outro coração regelado e querido que o ataúde transporte para o grande silêncio.Ver a névoa da morte estampar-se, inexorável, na fisionomia dos que mais amamos, e cerrar-lhes os olhos no adeus indescritível, é como despedaçar a própria alma e prosseguir vivendo. Digam aqueles que já estreitaram de encontro ao peito de um filhinho transfigurado em anjo da agonia; um esposo que se despede, procurando debalde mover os lábios mudos; uma companheira cujas mãos consagradas à ternura pendem extintas; um amigo que tomba desfalecente para não mais se erguer, ou um semblante materno acostumado a abençoar, e que nada mais consegue exprimir senão a dor da extrema separação, através da última lágrima. Falem aqueles que, um dia, se inclinaram, esmagados de solidão, à frente de um túmulo; os que se rolaram em prece nas cinzas que recobrem a derradeira recordação dos entes inesquecíveis; os que caíram, varados de saudade, carregando no seio o esquife dos próprios sonhos; os que tatearam, gemendo a lousa imóvel, e os que soluçaram de angústia no ádito dos próprios pensamentos, perguntando, em vão, pela presença dos que partiram.Todavia, quando semelhante provação te bata à porta, reprime o desespero e dilui a corrente da mágoa na fonte viva da oração, porque os chamados mortos são apenas ausentes e as gotas de teu pranto lhes fustigam a alma como chuva de fel.
Também eles pensam e lutam, sentem e choram.
Atravessam a faixa do sepulcro como quem se desvencilha da noite, mas, na madrugada do novo dia, inquietam-se pelos que ficaram... Ouvem-lhes os gritos e as súplicas, na onda mental que rompe a barreira da grande sombra e tremem cada vez que os laços afetivos da retaguarda se rendem à inconformação ou se voltam para o suicídio.Lamentam-se quanto aos erros praticados e trabalham, com afinco, na regeneração que lhe diz respeito.Estimulam-te à prática do bem, partilhando-te as dores e as alegrias.Rejubilam-se com as tuas vitórias no mundo interior e consolam-te nas horas amargas para que te não percas no frio do desencanto.Tranqüiliza, desse modo, os companheiros que demandam o Além, suportando corajosamente a despedida temporária, e honra-lhes a memória, abraçando com nobreza os deveres que te legaram.Recorda que, em futuro mais próximo que imaginas, respirarás entre eles, comungando-lhes as necessidades e os problemas, porquanto terminarás também a própria viagem no mar das provas redentoras.E, vencedo para sempre o terror da morte, não nos será lícito esquecer que Jesus, o nosso Divino Mestre e Herói do Túmulo Vazio, nasceu em noite escura, viveu entre os infortúnios da Terra e expirou na cruz, em tarde pardacenta, sobre o monte empedrado, mas ressuscitou aos cânticos da manhã, no fulgor de um jardim.
EMMANUEL(Do Livro “Religião dos Espíritos”. 58, Francisco Cândido Xavier, FEB)

Itens da Paz..André Luiz Sol Namastê

Itens da Paz
Aflição perante desastres iminentes ?
Talvez não aconteçam .
Contrariedades e contratempos ?
Quase sempre são medidas da Espiritualidade Superior livrando-lhe o coração de males maiores.
Desgostos de longo alcance?
Oportunidades de revisão de nosso próprio comportamento.
Injúrias e perseguições ?
Os que agravam o próximo são doentes necessitados de internação na clinica do silêncio e da prece.
Preterições?
Compadeça-te dos que se dispõem a tomar o direito dos outros, porque ignoram os problemas que serão compelidos a enfrentar.
Erros nossos ?
Ensejo bendito de corrigenda em nós por nós mesmos.
Respostas da vida André Luiz
Sol Namastê